domingo, 31 de agosto de 2008
The Chemical Brothers - Elektrobank
Com o mestre Spike Jonze na direção e atuação impecável de sua então esposa Sofia Coppola interpretando uma ginasta. Em um dos comentários do vídeo alguém diz: "É um orgasmo de 5 minutos". Se é. Na versão para cd a música tem 8:18 muito bem colocados com uma batida extasiante e com um golbe de baixo que faz tudo tremer.
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The Chemical Brothers
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Foo Fighters engana
Aproveitando que o Jack fala tanto deles eu vou escrever o que eu desgosto nessa banda. Tudo bem, eu sei que é pouco pro meu primeiro post aqui, mas é algo que sempre me incomodou bastante. Foo Fighters é uma banda enganadora! Vejamos se vocês entendendem o que eu quero dizer:
Você escuta uma música assim:
Aí você compra (baixa) um CD esperando um monte de porrada, mas pelo contrário, você dá de cara com uma maioria de músicas assim:
E isso me revolta!
Você escuta uma música assim:
Aí você compra (baixa) um CD esperando um monte de porrada, mas pelo contrário, você dá de cara com uma maioria de músicas assim:
E isso me revolta!
domingo, 10 de agosto de 2008
Jukebox #1
sábado, 9 de agosto de 2008
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Album da semana - The colour and the shape review

Álbum que disparou com a fama do Foo Fighters. De 1997, The colour and the shape mostra o que é que poderia existir de bom depois da era grunge. Com Grohl na batera, e Pat Smear ainda na guitarra.
Doll - Calminha, com um vocal com efeito no início, seguido de uma batidinha estilo Beatles, bem sossegada e legalzinha de ouvir, é uma pena acabar tão rápido.
Enough space - Um baixo bem convidativo, com uma tirada bem suja de guitarra. É assim que começa a segunda faixa do melhor disco de 1997, pra rapidinho dar lugar à um vocal calmo, que deixa os potentes gritos para o refrão. Guitarra sensacional, vocal fodidasso na música. Arrepiante.
Everlong - Já no início quem conhece se treme todo, a faixa é mais que contagiante, e o clipe é muito bem construído com foco em sonhos bizarros que temos. A faixa tem uma bateria trabalhada com um vocal perfeito, e a letra também muito legal. Bom mesmo é ter um amigo que saiba tocá-la no violão.
February stars - Começa calma, sussurrada, talvez até meio triste. Musiquinha boa pra se curtir uma fossa. I'm hanging on/Here until I'm gone/I'm right where I belong/Just hanging on... No finalzinho dá uma puxada mais violenta, na hora que o mocinho do filme vai embora e deixa a garota chorando. No geral ela é bem bonitinha.
Hey, Johnny Park! - Hardcore total que te faz pensar que você já ouviu isso antes, mas é só o vocal começar pra você perceber que se trata de Foo fighters, e o Grohl tá com vontade de cantar nessa faixa em que ele quase cospe o gogó pra fora. Nada demais.
Monkey Wrench - Mais rápida e agitada. Bem melhor que a última música, te chama pra pular e dar uns gritos junto com o Grohl.
My hero - Uma mais seca, que gasta mais pra sair, mas muito boa também. Letra legal, sonoridade equilibrada. Faixa que cansa da metade para a frente.
My poor brain - Uma faixa feliz que lembra os clássicos New Wave dos anos 80, mas só até chegar o refrão, que mostra o Foo Fighters que todo mundo quer ouvir.
New way home - Uma que caracteriza bem o Foo Fighters, bem no estilo dos caras, com uma tirada legal de guitarra, uma bateria estável e um vocal trabalhado. Hardcore total a mistura de sussurros e gritos. Música que vale muito a pena ouvir.
See you - Baladinha mais que feliz, lembra o supergrass. Sensacional e dançante.
Up in arms - Outra que começa bem calma, mas parte pra um refrão também muito bem elaborado. Vale a pena escutar as duas partes da música, que são ambas bem trabalhadas.
Walking after you - Ah, uma pra descansar um pouco, bem calminha. Se você tem namorada meu amigo, canta essa musiquinha pra ela, no violão e tals... é gama na certa. Tãão bonitinha...
Wind up - O riff de guitarra inicial já condena que por aí vem pancada forte. Um vocal gritado, guitarras bem tiradas, um som incrível com um refrão marcante.
A nota final para o álbum é bom, muito, muitíssimo bom, muito equilibrado e com um som marcante, que definiiu o som do final dos anos 90.
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
Foo fighters - Big me
Primeiro clipe da banda, de 1994. Mostra um Foo Fighters ainda com Pat Smear na guitarra, num clima bem nostálgico fazendo referência às balas Mentos, onde eles aparecem para "salvar o dia" quando alguém coloca uma bala na boca. Por coincidência ou não, foi o primeiro vídeo que eu vi da banda.
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Foo fighters - Friend of a friend
Do DVD live skin and bones.
Foo Fighters, aliás e mais precisamente, Dave Grohl conseguiu renascer depois de toda aquela história do Nirvana. Não falo especificamente do fato do Kurt Cobain ter se matado, ainda mais daquela maneira, mas me refiro aqui ao fato do Dave ter participado de umas das maiores bandas dos anos 90, na posição semi-oculta de baterista, e ter conseguido, após o término da primeira de forma nada pacífica, criar uma banda incrível, engraçada e com boas músicas.
Pra cês terem idéia, o Grohl tocou todos, TODOS os instrumentos do primeiro albúm do Foo Fighters, com título homônimo, em 1994. Depois, pra não montar uma banda de um homem só e não fazer um redraw do Nirvana chamando o Novoselic, Dave resolveu correr atrás dos outros integrantes. De lá pra cá a história do Foo Fighters foi marcado com clipes engraçados, trilhas sonoras, boas músicas e muito bom som.
Só aquele papo de álbum da carreira, para o "In your honor" que ficou estranho, aproveitando pra falar que o DVD ficou absurdamente incrível.
Ainda puxando sardinha para o lado do Grohl, ele participou de outro disco foda, de uma banda foda. Songs for the deaf do Queens of the stone age. Na batera tava lá o superhomem, arrebentando.
Ficam os parabéns ao profissional Dave Grohl.
Foo Fighters, aliás e mais precisamente, Dave Grohl conseguiu renascer depois de toda aquela história do Nirvana. Não falo especificamente do fato do Kurt Cobain ter se matado, ainda mais daquela maneira, mas me refiro aqui ao fato do Dave ter participado de umas das maiores bandas dos anos 90, na posição semi-oculta de baterista, e ter conseguido, após o término da primeira de forma nada pacífica, criar uma banda incrível, engraçada e com boas músicas.
Pra cês terem idéia, o Grohl tocou todos, TODOS os instrumentos do primeiro albúm do Foo Fighters, com título homônimo, em 1994. Depois, pra não montar uma banda de um homem só e não fazer um redraw do Nirvana chamando o Novoselic, Dave resolveu correr atrás dos outros integrantes. De lá pra cá a história do Foo Fighters foi marcado com clipes engraçados, trilhas sonoras, boas músicas e muito bom som.
Só aquele papo de álbum da carreira, para o "In your honor" que ficou estranho, aproveitando pra falar que o DVD ficou absurdamente incrível.
Ainda puxando sardinha para o lado do Grohl, ele participou de outro disco foda, de uma banda foda. Songs for the deaf do Queens of the stone age. Na batera tava lá o superhomem, arrebentando.
Ficam os parabéns ao profissional Dave Grohl.
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