sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Jethro Tull - Aqualung (Live)



Os vovôs continuam mandando ver. Ian Anderson consegue ter mais energia que eu. Incrível. Um clássico homônimo do quarto CD da banda.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Pearl Jam - Jeremy



Jeremy é o terceiro single do disco Ten de 1991. A música, escrita por Eddie Vedder e Jeff Ament, é inspirada em um artigo de jornal de 1991 que conta a história do garoto Jeremy Wade Delle, considerado quieto e triste que se matou na frente da classe com uma Magnum .357 no dia 8 de janeiro do mesmo ano.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Jukebox #2



Belle & Sebastian - Expectations (Juno soundtrack)
Foo Fighters - Another Round
Red Hot Chili Peppers - Road Tripin'
Weezer - Island on the sun
Alice Mudgarden - Right Turn
Soundgarden - Feel on black days
Led Zeppelin - Whole lotta of love
Michael Jackson - Beat it
The Doors - When the music's over
Audioslave - Show me how to live
Queens of the stone age - Give the Mule What He Wants

Isso mais o Washing Machine do Sonic Youth no mp3.

sábado, 6 de setembro de 2008

domingo, 31 de agosto de 2008

The Chemical Brothers - Elektrobank



Com o mestre Spike Jonze na direção e atuação impecável de sua então esposa Sofia Coppola interpretando uma ginasta. Em um dos comentários do vídeo alguém diz: "É um orgasmo de 5 minutos". Se é. Na versão para cd a música tem 8:18 muito bem colocados com uma batida extasiante e com um golbe de baixo que faz tudo tremer.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Foo Fighters engana

Aproveitando que o Jack fala tanto deles eu vou escrever o que eu desgosto nessa banda. Tudo bem, eu sei que é pouco pro meu primeiro post aqui, mas é algo que sempre me incomodou bastante. Foo Fighters é uma banda enganadora! Vejamos se vocês entendendem o que eu quero dizer:

Você escuta uma música assim:


Aí você compra (baixa) um CD esperando um monte de porrada, mas pelo contrário, você dá de cara com uma maioria de músicas assim:



E isso me revolta!

domingo, 10 de agosto de 2008

Jukebox #1


Radiohead - Karma Police
Placebo - Special K
Bloc party - Banquet
Garbage - Only happy when it rains
Ultraje a rigor - Filha da puta

E vou passar a semana com isso e pouco mais no mp3.

sábado, 9 de agosto de 2008

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Album da semana - The colour and the shape review





Álbum que disparou com a fama do Foo Fighters. De 1997, The colour and the shape mostra o que é que poderia existir de bom depois da era grunge. Com Grohl na batera, e Pat Smear ainda na guitarra.

Doll - Calminha, com um vocal com efeito no início, seguido de uma batidinha estilo Beatles, bem sossegada e legalzinha de ouvir, é uma pena acabar tão rápido.

Enough space - Um baixo bem convidativo, com uma tirada bem suja de guitarra. É assim que começa a segunda faixa do melhor disco de 1997, pra rapidinho dar lugar à um vocal calmo, que deixa os potentes gritos para o refrão. Guitarra sensacional, vocal fodidasso na música. Arrepiante.

Everlong - Já no início quem conhece se treme todo, a faixa é mais que contagiante, e o clipe é muito bem construído com foco em sonhos bizarros que temos. A faixa tem uma bateria trabalhada com um vocal perfeito, e a letra também muito legal. Bom mesmo é ter um amigo que saiba tocá-la no violão.

February stars - Começa calma, sussurrada, talvez até meio triste. Musiquinha boa pra se curtir uma fossa. I'm hanging on/Here until I'm gone/I'm right where I belong/Just hanging on... No finalzinho dá uma puxada mais violenta, na hora que o mocinho do filme vai embora e deixa a garota chorando. No geral ela é bem bonitinha.

Hey, Johnny Park! - Hardcore total que te faz pensar que você já ouviu isso antes, mas é só o vocal começar pra você perceber que se trata de Foo fighters, e o Grohl tá com vontade de cantar nessa faixa em que ele quase cospe o gogó pra fora. Nada demais.

Monkey Wrench - Mais rápida e agitada. Bem melhor que a última música, te chama pra pular e dar uns gritos junto com o Grohl.

My hero - Uma mais seca, que gasta mais pra sair, mas muito boa também. Letra legal, sonoridade equilibrada. Faixa que cansa da metade para a frente.

My poor brain - Uma faixa feliz que lembra os clássicos New Wave dos anos 80, mas só até chegar o refrão, que mostra o Foo Fighters que todo mundo quer ouvir.

New way home - Uma que caracteriza bem o Foo Fighters, bem no estilo dos caras, com uma tirada legal de guitarra, uma bateria estável e um vocal trabalhado. Hardcore total a mistura de sussurros e gritos. Música que vale muito a pena ouvir.

See you - Baladinha mais que feliz, lembra o supergrass. Sensacional e dançante.

Up in arms - Outra que começa bem calma, mas parte pra um refrão também muito bem elaborado. Vale a pena escutar as duas partes da música, que são ambas bem trabalhadas.

Walking after you - Ah, uma pra descansar um pouco, bem calminha. Se você tem namorada meu amigo, canta essa musiquinha pra ela, no violão e tals... é gama na certa. Tãão bonitinha...

Wind up - O riff de guitarra inicial já condena que por aí vem pancada forte. Um vocal gritado, guitarras bem tiradas, um som incrível com um refrão marcante.

A nota final para o álbum é bom, muito, muitíssimo bom, muito equilibrado e com um som marcante, que definiiu o som do final dos anos 90.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

terça-feira, 5 de agosto de 2008

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

domingo, 3 de agosto de 2008

Foo fighters - Big me

Primeiro clipe da banda, de 1994. Mostra um Foo Fighters ainda com Pat Smear na guitarra, num clima bem nostálgico fazendo referência às balas Mentos, onde eles aparecem para "salvar o dia" quando alguém coloca uma bala na boca. Por coincidência ou não, foi o primeiro vídeo que eu vi da banda.

Foo fighters - Friend of a friend

Do DVD live skin and bones.



Foo Fighters, aliás e mais precisamente, Dave Grohl conseguiu renascer depois de toda aquela história do Nirvana. Não falo especificamente do fato do Kurt Cobain ter se matado, ainda mais daquela maneira, mas me refiro aqui ao fato do Dave ter participado de umas das maiores bandas dos anos 90, na posição semi-oculta de baterista, e ter conseguido, após o término da primeira de forma nada pacífica, criar uma banda incrível, engraçada e com boas músicas.

Pra cês terem idéia, o Grohl tocou todos, TODOS os instrumentos do primeiro albúm do Foo Fighters, com título homônimo, em 1994. Depois, pra não montar uma banda de um homem só e não fazer um redraw do Nirvana chamando o Novoselic, Dave resolveu correr atrás dos outros integrantes. De lá pra cá a história do Foo Fighters foi marcado com clipes engraçados, trilhas sonoras, boas músicas e muito bom som.

Só aquele papo de álbum da carreira, para o "In your honor" que ficou estranho, aproveitando pra falar que o DVD ficou absurdamente incrível.

Ainda puxando sardinha para o lado do Grohl, ele participou de outro disco foda, de uma banda foda. Songs for the deaf do Queens of the stone age. Na batera tava lá o superhomem, arrebentando.

Ficam os parabéns ao profissional Dave Grohl.

Queens of the stone age - Auto pilot

Auto pilot com o mestre Mark Lanegan nos vocais.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Album da semana - Songs for the deaf review



A idéia de uma rádio que toca ótimas músicas é excelente, inicialmente já começa com "Keep Casper" comandando a rádio e mostrando o que é Songs for the deaf, logo em seguida tem a explosão inicial.

You Think I Ain't Worth a Dollar, But I Feel Like a Millionaire - Começa numa tirada explosiva em meio à guitarras aterrorizantes e um vocal rasgado, gritado, sujo e suado. Quando cê pensa que terminou, eles dão uma pausa para o seu cérebro achar que encontrou lugar, e recomeçam com a guitarra e os vocais detonantes.

No one knows - Um tanto mais calma se comparada à primeira faixa, mas ainda bem animada e contagiante, dá vontade de cantar junto e batucar nas pernas, na mesa, no caderno, onde for. Dave Grohl mostra a que veio arrebentando na batera, o clipe então, te mostra que é tudo uma viagem muito louca. No final a radio volta novamente, um DJ spañol comanda a sessão

First it giveth - Começa tão excêntrica quanto pode, com um vocal manso que passa por baixo das suas pernas. Um refrão que te chama pra cantar e pular junto com Josh.

A song for the dead - Uma que custa a começar, com uma bateria mais que suada, sacrificada eu diria, mas quando começa não quer terminar, os caras mandam excelentemente no vocal dessa aqui, tratando-a como uma garotinha. Realmente, uma música para a morte. Sem contar as tiradinhas que tu acha que a música acabou ou tá acabando e eles tão é dando gás pra mais uma batida violenta.

The sky is falin' - Começa tranquila, com os gemidos de Josh, num vocal inspirador, e uma bateria tenra, pra dar lugar à uma guitarra rasgada, e entrada de um vocal limpo e claro, deixando claro que o céu está caindo. "Close your eyes, and see the sky is fallin'" - Feche os olhos menina, o céu vai cair com essa música mesmo.

Six Shooter - Faixa (bem) mais explosiva, com um vocal potente de rasgado que chega chutando tudo que estiver por perto. É uma pena passar tão rápido.

Hangin' Tree - Faixa que te espanca dos quatro lados, mais tenebrosa, soturna, ligeira e ríspida onde a guitarra se mistura com um vocal sombrio.

Go with the flow - A queridinha do disco, uma batera que chama pra batucar junto, um vocal que canta e encanta, uma tirada sagaz, tudo chama atenção na música, até mesmo os backin vocals do Olivieri. Todas as estrofes te chamam pra cantar junto, e o clipe supreende.

Gonna Leave you - Uma baladinha inspiradora. Muito boa por sinal.

Do it again - Uma mais ácida, mais rapidinha, mais atiçante talvez, que convida o ouvinte a arriscar uns passos de dança.

God is on the radio - Mais uma vez a voz soturna entra na história, outra baladinha do tipo que voce canta enquanto ouve no mp3 à caminho do metro numa quarta feira qualquer. O solo de guitarra do final faz sua cabeça chacoalhar, daí te entregam à uma bateria calma e sem vida, até que a música consegue acabar, sombriamente.

Another love song - Diferente da última, essa começa animada, com um vocal feliz e límpido, falando todas as letras da palavras. Te faz balançar o esqueleto ouvindo só mais uma música de amor.

A song for the deaf - Se voce não sabia o que era ser sombrio, experimente o início dessa música, só o inicinho, por que depois te jogam num redemoinho de instrumentos com um vocal afinadíssimo que te faz cantar junto: I got what was/I want to take what's left/No talk will cure/What's lost, or save what's left/For the deaf. Te arremessam então novamente de encontro à algo bem sombrio, com um Nick Olivieri recitando palavras que dão medo, e vamos para gritos de socorro com mais um refrão, carregadíssimo. Um final que faz sua espinha gelar.

Mosquito Song - Violas? Que isso? Como esses caras misturam esses instrumentos mais loucos pra fazer algo assim? A música mais diferente do álbum te convida a ouvir cada próximo segundo dela mesmo, e você, por curiosidade ou espanto vai ouvindo e gostando de cada novo minuto daquela obra magnífica, que mistura desde pianos, passando por acordeons, com violinos, instrumentos de sopro e outros mais que eu nem sei identificar. Como foi experimentar dessa viagem?

Everybody's Gonna Be Happy - Uma animadinha, pra dançar um pouco, mesmo que não se saiba nem um passo, dá pra chacoalhar o esqueleto que nem o Cidão ouvindo essa faixa mais que alegre.